Policiais do Bope e Força Nacional são feridos em operação

1 de setembro de 2011

Fonte:

Uma operação deflagrada pelas polícias Civil, Militar e Força Nacional terminou em confronto com traficantes, na manhã desta quinta-feira (1), na cidade de Arapiraca. Na troca de tiros, três policiais ficaram feridos e foram socorridos para a Unidade de Emergência do Agreste.

A confirmação de que os militares ficaram feridos foi feita pelo próprio secretário de Defesa Social, Dário César Cavalcante, através do microblog Twitter. “Operação em Arapiraca, do BOPE e Forca Nacional em apoio ao GECOC. Alguns bandidos presos. Três PM’s feridos levemente! Não vamos arrefecer!”, escreveu.

Segundo policiais do 3º Batalhão, em Arapiraca, a operação foi deflagrada no bairro Manoel Teles, considerado o mais violento da cidade. A polícia busca acusados de tráfico, assaltos e homicídios que tiveram prisão expedidas pela 17ª Vara a pedido do Grupo de Combate a Organizações Criminosas (Gecoc), do Ministério Público.

Já foi confirmada a prisão de Gilberto da Silva, de 32 anos, considerado um dos chefes do tráfico de drogas no bairro Manoel Teles. Outros acusados também já foram capturados, mas os nomes ainda não foram confirmados pela polícia.

A base da operação está sendo a sede do Ministério Público de Arapiraca, mas os casos de flagrante serão encaminhados para a Central de Polícia.

O promotor Luiz Vasconcelos, coordenador do GCoc, destacou a periculosidade da quadrilha que está sendo presa pela polícia. “Para se ter uma ideia, mesmo diante de tantos policiais, o bando não se intimidou e partiu para o confronto”, ressaltou.

Vasconcelos confirmou a prisão de três pessoas, além do cumprimento de 19 mandados de busca e apreensão na residência de suspeitos. “Apreendemos drogas e armas, além de outros materiais que serão investigados”, disse o coordenador do GCoc.

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Pelopes de S. do Ipanema – AL usa Taser

25 de junho de 2009

O Pelotão de Operações Especiais do Sétimo Batalhão de Polícia Militar demonstrou nessa manhã, dia 18, a eficácia do uso da Taser como armamento de baixa letalidade. A Taser é uma arma de pressão por ação de gás comprimido que projeta dois dardos, semelhantes a anzóis ou agulhas, que se fixam na pele do indivíduo, seguidos por uma fiação de aço, por onde é emitido pulsos elétricos de alta voltagem e baixa corrente. A emissão desses pulsos seguem o padrão das ondas cerebrais, causando incapacitação neuromuscular temporária, ou seja, fazendo que os músculos se contraiam.

A Dra. Salete Adorno, representante local do Ministério Público em Pão de Açúcar, 227 km distante de Maceió, foi procurada por moradores e parentes, que relatavam sobre as agressões sofridas por Márcio Daniel Silva Vieira, 26 anos. “Descontrolado, Márcio atirava pedras e outros objetos de uma construção em todos os que passavam.” Relatou Maria Vieira, sendo irmã de Márcio, também foi agredida por ele e estava no hospital local sendo atendida pelo médico plantonista.

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“O uso da Taser foi o recurso mais acertado depois, que outras tentativas de imobilização feitas pela guarnição local não tiveram êxito” comentou o tenente Wagner, que comandou a ação policial e foi o autor do primeiro disparo real de Taser da região. Márcio Daniel foi cedado pela equipe médica, para encaminhamento ao Manicômio Judicial, em Maceió, devido a inquérito policial anterior por lesão corporal.

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