Caso Eloá (parte III)

17 de junho de 2009

O papel da Imprensa no Caso Eloá

Após os fatos, os holofotes, os furos de reportagem e a morte de Eloá, foi aberto espaço para discutir o papel da mídia na cobertura deste tipo de ocorrência policial: negociação com reféns. Até quanto podem ajudar para aliviar a pressão da curiosidade popular e até quanto podem prejudicar se tornando canal alternativo de convesação com o perpetrador. E os casos em que a TV exibe para o sequestrador ao vivo os passos da polícia?!

Bem, para ampliarmos o debate leiam a seguir o artigo de um jornalista pernambucano e um vídeio onde o apresentador do Dia-a-Dia da Record, Jr. Brito, comenta o caso:

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Caso Eloá (parte I)

16 de junho de 2009

Série de reportagens do Bom Dia Brasil – Globo

Estamos enriquecendo o conteúdo do Curso de Gerenciamento de Crises  (EaD) e para o cronograma da 3ª Semana apresentamos a oportunidade de discutir o Caso Eloá. Vamos analisá-lo do ponto de vista dos conhecimentos já adquiridos nos módulos e vamos nos inteirar mais sobre vários aspectos dos fatos.

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Comecemos com uma série de reportagens do telejornal Bom Dia Brasil da TV Globo:

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Caso Eloá (parte II)

16 de junho de 2009

Vídeos esclarecedores

Continuando na busca por respostas sobre o Caso Eloá, é de suma importãncia vivenciar o clima dos fatos, reconstituições, sentir o nervosismo das conversas, por isso antes julgar os fatos assista os vídeos abaixo:

Vídeo do Jornal da Band fazendo a reconstituição do inicio ao fim do sequestro

Cenas da entrada do Gate pela câmera exclusiva da Record

Este segundo vídeo traz em resumo as conversas telefônicas de Lindemberg


Veja o trabalho de negociadores do Gate(PM) e GRE(PC) em MG

8 de junho de 2009

Matéria publicada em 18/11/2007 no Jornal Estado de Minas

Negociadores da elite da polícia mineira trabalham com tensão e alto risco

Equipes atuam em situações de alto risco, como seqüestros com reféns e rebeliões

Thiago Herdy         Estado de Minas Domingo 18 de novembro de 2007 09:50

Paulo Filgueiras/EM

Criado há dois anos, o GRE, da Polícia Civil, passa por constante treinamento para lidar com crises

Eles são bem treinados, preparados para usar as armas mais modernas e prontos para agir rápido, quando necessário. Entretanto, em vez de empregar os armamentos e equipamentos de que dispõem, salvam vidas apenas conversando. São os negociadores, policiais especialmente capacitados para dialogar com criminosos que estão com reféns e também para atuar em casos de tentativas de suicídio e em outras situações em que a negociação é a única esperança de evitar mortes.

Na semana passada, um episódio mostrou para a população de Belo Horizonte a importância do trabalho desses policiais. Foi no Bairro Renascença, na Região Nordeste da capital, onde três pessoas de uma família, incluindo uma adolescente de 14 anos, foram feitas reféns de uma dupla de assaltantes. Enquanto a insegurança e o nervosismo imperavam entre aqueles que acompanhavam da rua o seqüestro, o capitão Danny Stochiero, líder da equipe de negociação do Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate), da Polícia Militar (PM), mantinha a calma e não alterava o tom de voz.

Ele era o único autorizado a conversar pela janela com os dois acusados, que mantinham uma arma apontada para a cabeça dos três reféns. Suas palavras caminhavam no fio da navalha, pois eram capazes de garantir a vida dos reféns ou de provocar uma tragédia. No fim, prevaleceram a serenidade e a técnica adquirida em anos de treinamento. Os reféns foram liberados e os dois criminosos entregaram as armas, sem ninguém se ferir.

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