Fórmula de “policial soldado” é discutida nos EUA

26 de agosto de 2013

Retórica inflamada e brutalidade marcam debate sobre ‘policiais soldados’ nos EUA

Link matéria original | BBC Brasil

*Indicação do colabirador | Twiter: @_fernandomarcio


Pablo Uchoa
Da BBC Brasil em Washington
Atualizado em 22 de agosto, 2013 – 15:22 (Brasília) 18:22 GMT

Policiais da SWAT em Boston, 19 de abril de 2013 | Foto: AFP
Criação da SWAT nos anos 70 teria dado início a militarização das polícias americanas

Policiais com escasso contato com as comunidades que patrulham, uma retórica da “guerra contra tudo” e batalhões antichoque que saem para manifestações treinados e equipados para reprimir.

A fórmula, que parece aplicável a diversos países do mundo, também explica em parte os altos níveis de militarização das polícias americanas.

O problema foi acentuado após os ataques de 11 de setembro de 2001, segundo especialistas e grupos que defendem as liberdades civis no país.

Uma ilustração deste fenômeno ocorreu recentemente quando a polícia de Concord, capital do Estado americano de New Hampshire, pediu ao governo federal uma verba de mais de US$ 250 mil (R$ 578 mil) para comprar um veículo armado a ser usado em operações contra o “terrorismo”.

Os “terroristas” a quem a petição se referia na cidade de 40 mil habitantes eram manifestantes do Occupy local e de organizações libertárias, como o grupo Free Staters Project, que busca convencer os “amantes da liberdade” a se mudar para New Hampshire.

“(Nossa) experiência com terrorismo se inclina para o tipo doméstico”, alertava a petição, obtida pela União das Liberdades Civis de New Hampshire (NHCLU) justamente para mostrar o excesso de zelo policial neste caso.

“Temos sorte de nosso Estado não ter sido vitimado por fatalidades em massa causadas por eventos de terrorismo internacional, mas na frente doméstica, a ameaça é real e presente. Grupos como Sovereign Citizens, Free Staters e Occupy estão ativos e representam um desafio diário.”

Depois da polêmica, o pedido saiu pela culatra e o chefe da polícia local, John Duval, foi obrigado a se explicar. “Olhando para trás, eu preferia ter dito as coisas diferentes”, disse Duval.
Policial soldado

Embora localizado, o episódio serve de exemplo para um fenômeno que especialistas vêm observando nos EUA desde os anos 1970: a cultura de uma polícia crescentemente militarizada e, de quebra, violenta.

O treinamento militarizado, hoje lugar comum, as transferências de armamentos excedentes das Forças Armadas para as polícias e as verbas antiterrorismo disponibilizadas após 2001 acentuaram o processo que começou com a criação da SWAT nos anos 1970, explica o jornalista investigativo Radley Balko em um livro sobre o assunto.

Nos anos 1980, a “guerra contra as drogas” se somou à “guerra contra o crime”, relata Balko em Rise of the Warrior Cop: The Militarization of America’s Police Forces (“Ascensão do Policial Guerreiro: A Militarização das Forças Policiais Americanas”, em tradução livre).

“Quando você pega um soldado, o veste, treina, arma e manda para rua como soldado, e repete que ele está lutando uma guerra, isso tem um efeito na forma como ele vê o próprio trabalho”, disse Balko à BBC Brasil.

“Quando um político declara guerra contra tudo, aquilo que você combate vira uma tal ameaça existencial que estamos dispostos a sacrificar algumas liberdades civis para combatê-la.”

O autor acredita que “pode-se argumentar que o terrorismo seja uma ameaça existencial ─ mas o crime e as drogas certamente não são”.
Criando violência

O pesquisador afirma que as operações violentas de esquadrões como a SWAT saltaram de menos de dez nos anos 1980 para entre cem e 150 por dia atualmente.

“A grande maioria delas está criando violência onde não existia, entrando na casa das pessoas no meio da noite sem mandado de prisão, criando volatilidade e violência em vez de pacificação”, afirmou o jornalista.

Um indício pouco notado do abuso policial é ─ curiosamente ─ o número de cães mortos durante este tipo de missão.

“Quando você pega um soldado, o veste, treina, arma e manda para rua como soldado, e repete que ele está lutando uma guerra, isso tem um efeito na forma como ele vê o próprio trabalho.”

Radley Balko, autor do livro Rise of the Warrior Cop: The Militarization of America’s Police Forces

A vida canina pode não valer tanto quanto uma humana, concede o pesquisador, mas a morte dos animais “é indicativo desta mentalidade de soldado: o cachorro é apenas um dano colateral que você precisa tirar da frente”.

No fundo, é a mesma “mentalidade de nós contra eles” que explica a violência contra grupos de manifestantes pacíficos, acredita Balko.

Mas ele crê que uma “mudança no debate” começou a surgir com a expansão das tecnologias móveis de gravação de imagens, que hoje são comuns mesmo nas comunidades de menor poder aquisitivo.

“Antes, a palavra de um policial era sagrada, mesmo que os juízes, chefes de polícia e policiais soubessem que havia algo errado. Hoje, quando você tem uma imagem feita por um amador que não pode ser contestada, no mínimo a polícia precisa apurar os fatos e investigar os soldados”, afirma.

“Transparência é o primeiro passo para a prestação de contas.”
‘Justiça’

Balko e outros especialistas também enfatizam a necessidade de aproximar os policiais da comunidade que patrulham.

Tom Tyler, professor da Universidade de Direito de Yale, argumenta que “buscar uma cooperação ativa com a comunidade é a melhor maneira” de identificar corretamente as ameaças e não incorrer em excessos policiais.

Em um podcast com o instituto de pesquisas em segurança Vera Institute of Justice, o especialista disse que a aplicação da lei de forma justa salta aos olhos como um fator quase absoluto para que as comunidades enxerguem as polícias com legitimidade.

Sua pesquisa analizou a relação policial com comunidades muçulmanas em Londres e Nova York. Mas o pesquisador disse que, surpreendentemente, a etnia e religião não foram decisivas para explicar o nível de cooperação entre comunidades e a polícia.

“Nem o fato de eles serem muçulmanos, nem o fato de questionarem as políticas americanas em nível nacional tiveram importância para essa cooperação”, disse Tyler. “Eles estão preocupados com a maneira como a polícia trata as pessoas dentro da comunidade.”

O pesquisador disse que esse achado vale mesmo para as comunidades onde a ameaça de terrorismo não seja prioridade.

“Acredito que seja uma oportunidade para a polícia, porque se eles olharem para estas conclusões com seriedade, se implementarem políticas e buscarem equidade nos procedimentos, podem alcançar a cooperação com as comunidades”, disse.

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PCC pode estar articulando investida contra a polícia de Pernambuco

6 de dezembro de 2012

05/12/2012 00:47

minuto

por Redação com Blog do Adielson Galvão

Após a Polícia Federal ter interceptado ligações de Facções Criminosas com 15 presos no Presídio de Limoeiro e uma na Cadeia de Gravatá, os Batalhões da Polícia Militar de Pernambuco estão alertando os PM’s sobre possíveis ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC). Nas conversas telefônicas, foi identificada uma mensagem de ordem para “matar policiais militares fardados no interior do Estado”.

A Associação Movimento Independente dos Policiais Civis de Pernambuco (MIPC/PE) não poderia deixar de divulgar uma nota sobre uma possível ofensiva do Primeiro Comando da Capital (PCC) aos policiais de Pernambuco. O presidente da associação, Diego Soares, ressalta a importância de os policiais estarem preparados caso os boatos sejam confirmados. “A atenção redobrada é fundamental aos servidores policiais civis, se é boato ou não, o que não poderemos esperar é um pronunciamento oficial do Governo para tomarmos as cautelas necessárias”, declara.

De acordo com nota divulgada pelo Sindicato dos Agentes Penitenciários de Pernambuco, os rumores apontam que o PCC estaria vindo atuar em Pernambuco e na Bahia. No texto, o sindicato aponta a importância de se reforçar todos os procedimentos de segurança, principalmente nas unidades onde existem presos da facção criminosa.


Aumenta os casos de suicídio de policiais militares

24 de setembro de 2012
Longe das manchetes, a realidade de muitos policiais militares na guerra contra o crime é cruel. Agentes com anos e até décadas de corporação tentam o suicídio. Um soldado recebe, em média, R$ 2 mil. Se afastados, eles ficam sem as gratificações e o salário cai pela metade. Nas ruas, o desafio que eles têm é grande: frear a criminalidade da maior cidade do país.
Isso gera uma média de dois policiais que cometem o suicídio por mês. Só este ano, 21 agentes se mataram e outros 24 tentaram e não conseguiram. Em 2010, foram 17 suicídio e 32 tentativas. No ano passado, 21 PMs se mataram e 30 tentaram.
A Polícia Militar de São Paulo afirmou que os PMs são avaliados regularmente por psicólogos e que dá todo apoio necessário aos agentes que apresentam problemas de saúde.

Clipping: PGE autoriza concurso público da Polícia Militar pela Cespe

14 de abril de 2012

http://tudonahora.uol.com.br/noticia/concursos/2012/05/30/190123/pge-autoriza-concurso-publico-da-policia-militar

O procurador-geral do Estado, Marcelo Teixeira, emitiu, na tarde desta quarta-feira (30), parecer favorável à dispensa de licitação e à contratação da empresa Cespe-UnB para realizar o concurso público da Polícia Militar (PM) de Alagoas. A autorização para o concurso sai na mesma semana  em que protestos da população cobram soluções para a violência no Estado.

A Cespe/UnB foi aprovada pela comissão organizadora do concurso, em função de sua “reconhecida notoriedade”. O procurador-geral do Estado, Marcelo Teixeira, justificou seu entendimento sobre a contratação da empresa, conforme indicação da comissão.

“O entendimento da PGE sobre a contratação do Cespe/UnB leva em consideração estarmos diante de um ente reconhecido em nível nacional em relação à execução de concursos públicos. Através de análise, foi possível concluir que a escolha é vantajosa para o Estado. Porém, não serão desprendidos recursos do erário estadual para a realização do certame licitatório”, disse Teixeira.

O parecer informa também: “Aprovada a dispensa de licitação, o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe) – órgão ligado à Universidade de Brasília – deverá ser convocado (…) Além de estar alicerçada na legislação que cuida do certame licitatório, foi albergada e impulsionada pela necessidade de se fazer concreto o concurso público da Polícia Militar”.

O documento foi encaminhado à Secretaria de Estado da Gestão Pública (Segesp) para dar sequência às medidas cabíveis e de competência do órgão.

SELEÇÃO. Procurador cobra explicações para contratação

Governo defende que Cespe faça concurso

Por: MAIKEL MARQUES – REPÓRTER
A “inconsistente” justificativa da Secretaria de de Estado da Gestão Pública (Segesp) para a escolha da Cespe/UnB como organizadora do próximo concurso público da Polícia Militar de Alagoas fez com que a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) devolvesse ao Executivo processo cobrando explicações jurídicas plausíveis – mas sobre a opção por uma empresa inexistente: “FNB”.Trecho de despacho assinado pelo coordenador da Procuradoria de Licitações, Contratos e Convênios da PGE, Ricardo Mero, no Diário Oficial do Estado, teve repercussão não muito favorável ao governo porque, no documento, o procurador considerou duvidosa a explicação para a seleção da empresa vinculada à Universidade de Brasília (UnB).“Não há justificativa jurídica nem fática para a escolha da ‘FNB’ para a realização do concurso em tela, pelas razões apontadas, pelo que devolvo o processo à origem para que apresente justificativa consistente para a escolha ocorrida nos autos”. Eis o trecho do despacho publicado no Diário Oficial de anteontem.Na íntegra do despacho, ao qual a Gazeta teve acesso, o procurador diz não ter compreendido o que motivou a escolha da Cespe, uma vez que a Fundepes (vinculada à Universidade Federal de Alagoas – Ufal) apresentou proposta de preço inferior à organizadora, sediada em Brasília (DF).

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Capitão Wilson me perdoe, mas Barenco deu o exemplo!

23 de dezembro de 2011

Ícone: Capitão Wilson

Definitivamente sou o fã número um do personagem Capitão Wilson do programa Força Tarefa da TV Globo. Bem que esse nome me traz outras recordações: meu pai, que tem o mesmo nome e é reformado da Marinha e o capitão de mesmo nome, filho do Sertão com quem trabalhei por uns cinco anos e a ele tenho muita admiração.

Mas o personagem tem suas próprias qualidades que me cativam e ficam bem sintetizadas numa frase dele, toda vez que vai executar uma prisão de um policial corrupto. O policial alega: “que isso cara (ou, que isso capitão) somos todos da casa, eu sou policial como você!”. E é nessa hora que o capitão altera a voz, nitidamente com a emoção a explodir, só falta engolir o sujeito, retruca: “como você não, eu sou policial, você é um bandido!”.

Esse é meu tenente Wilson, hoje capitão, uma ficção. Ele atua como uma polícia investigativa da Corregedoria da Polícia Militar, limpando a Corporação das mazelas. Mas ele sempre está correndo perigo, com o casamento em crise, pouca grana e com um fantasma de um coronel corrupto suicida a tira colo. Na sua perseguição pelo certo, dentro de uma instituição destroçada ele incorpora para sua vida pessoal a mesma degradação existente na Corporação. Lógico, ele nunca será reconhecido dentro do jogo.

Alcoólatra com sobrepeso lembra-me muitos policiais. Ele é o meu ídolo. Ele é a figura do justiceiro intra-institucional. Que lava nossa alma, das safadezas sórdidas de um sistema entranhado nas redes da corrupção.

Atitude exemplo: Marcílio Barenco

Já Marcílio Barenco, nunca foi para mim modelo. No começo de sua carreira a propaganda de justiceiro idôneo me chamou a atenção. Não vou dizer que não gostei quando peitou os deputados pistoleiros. Mas nunca me enganei com a conversinha dele. E cá entre nós, que cabelinho mais…

Só que Barenco fez algo, que tem um significado e tanto: o Delegado-Geral da Polícia Civil do Estado de Alagoas, simplesmente entregou o cargo. Passou num concurso público e foi embora. Minha gente: ele está dizendo tudo com isso.

Acabou a Segurança Pública do Estado de Alagoas! Não pela saída dele. Ele é que não vai esperar para afundar junto com esse Titanic. O povo ainda acha que os delegados, que ele perseguiu, numa briga quase de birra pessoal, irão dar jeito, como no passado conseguiam com seus métodos toscos. Eram outros tempos. Eles não faziam porque eram bonzinhos, não. Eles sempre tiraram o deles por fora. Não sejamos hipócritas, resolviam em parte. Mas para a complexidade encontrada hoje, nos grandes centros, em meio a dramas sócio demográficos o que precisamos é de inteligência. Firmeza é necessária, mas firmeza inteligente.

E venhamos e convenhamos, firmeza que existe hoje é apenas o assédio moral para com os subordinados e a inteligência zero. Os caras não têm vergonha de ir a uma entrevista ao vivo no telejornal, não dizer nada com nada. ACABOU! E da Polícia Militar advém ainda mais a frustração sobre o tema. Existe um livro sobre a história da Briosa, que precisa ser completado, com o capítulo: o fiasco a era dos “tenente-coronéis”.

Barenco em reportagem do Tudo Na Hora, disse: “Agora começa uma etapa nova. Alagoas foi muito importante na minha vida. Missão cumprida. Vamos para outra”, na verdade ele queria dizer: “Vão tudo tomar naquele canto, porra nenhuma, fiquem aí com a merda de vocês. Eu é que não vou mais perder tempo. Enquanto eu saio, o PCC e o CV tão chegando… Otários!”.

Barenco (apesar de gostar topado do capitão Wilson), parece que vou analisar com carinho o seu exemplo, justamente nos momentos de geladeira, é melhor para estudar, por é claro, quem fala essas verdades, fica encostado: sei lá diplomata, auditor fiscal, agente da PF, professor universitário etc. O cabelinho de “boi lambido”, deu o recado… Depois não vão dizer: “quem mexeu no meu queijo”.


GCM Delmiro recebe visita de guardas de Olho d’Água das Flores e Pariconha

2 de dezembro de 2011

coronel Calaça, cmt da GCM Delmiro e seu subcmt, major Leandro recebem os guardas visitantes

No dia 29 de novembro de 2011, terça-feira, a Guarda Municipal de Delmiro Gouveia recebeu a visita dos guardas civis municipais de Olho D´Águas das Flores e uma representação da Guarda de Pariconha. Na oportunidade os visitantes poderam conhecer as instalações da Sede da corporação delmirense, no bairro Campo Verde.

 

 Logo em seguida reunidos no auditório do Centro de Saúde, próximo ao mercado, ouviram a explanação do coronel Gilberto Calaça, comandante da GCM de Delmiro Gouveia. Momento em que foi exposta a estrutura e a forma de trabalho. Discutiu-se sobre o uso de equipamentos de baixa letalidade e sobre as atribuições da Guarda Municipal.

Professor Ricardo tecendo comentários ao lado do coronel Calaça, cmt da CGM Delmiro (à esquerda) e do major Leandro, subcmt (à direita)

Figura marcante, o major Leandro, subcomandante da Guarda de Delmiro narrou ocorrências vivenciadas por ele e sua equipe, demonstrando que o guarda precisa ter um espírito de desprendimento, além de ter falado sobre as dificuldades impostas aos guardas, quando a comunidade demanda deles ação policial.

Ainda estavam presentes os inspetores Thiago e Mário da GCM de Delmiro e o tenente Wagner do 9º BPM. Os guardas da plateia do auditório fizeram inúmeras perguntas sobre as atividades da Guarda anfitriã. Depois da palestra, todos confraternizaram em um almoço com comida regional. Por fim, os visitantes puderam conhecer as duas bases da Guarda recentemente  reinauguradas, nos bairro de Bom Sossego e Vila 25 e o Campus do Sertão da Universidade Federal de Alagoas.

Lideranças GCM: (da esquerda para direita) GCM Neto - OAF; Inspetor Mário - Delmiro; GCM Dirceu - Pariconha; Cel Calaça - Delmiro; Maj Leandro - Delmiro

“Estes debates sobre o papel da guarda e de sua afirmação como instituição de caráter nacional, mas que atua sobre as especificidades locais é umdos elementos mais marcantes da atual busca por uma identidade própria da Guarda Municipal”, afirmou o Professor Ricardo Silva que coordena os trabalhos da capacitação nas Guardas de Olho D´Águas das Flores e Pariconha. Ricardo Silva terminou comentando: “e o que fizemos hoje foi reunir profissionais que lidam todos os dias com as mesmas preocupações, para que eles juntos possam por si só definir um rumo de políticas institucionais”.

O encontro foi promovido pela Maiêutica Planejamento e Consultoria, com o apoio das instituições participantes do encontro. Os visitantes regressaram muito impressionados, a Guarda de Delmiro é considerada um das três mais bem equipadas do Estado.

 

Guardas de Olho d'Água das Flores e Pariconha acompanhando a palestra

 
 

Tenente Wagner fazendo agradecimentos

 

GCM Jailton - OAF entre as viaturas da GCM Delmiro, ao fundo a base da Guarda no bairro Bom Sossego, na entrada da cidade

 

Tropa formada enfrente a sede da GCM Delmiro recebendo as boas vindas

 

Momento de confraternização durante almoço

 

Guardas de Pariconha ao fundo: GCM Dirceu, subcmt; GCM Honorato, cmt de GU


Clipping: ALTV: Treinamento TASER na GM-Maceió

18 de outubro de 2011

| Créditos | Sumário | Referências Bibliográficas | Vídeos |

A Prefeitura de Maceió é a primeira no Estado de Alagoas e a segunda no Nordeste a implantar as armas TASER na sua Guarda Municipal. Cem Guardas Municipais de Maceió foram treinados para usar as armas TASER com sabedoria, competência e responsabilidade. O treinamento é extremamente rigoroso! Os Guardas Municipais fazem disparos reais, realizam exercícios teatrais onde são simuladas situações típicas do dia-a-dia do trabalho da Guarda Municipal e, sobretudo, são especificamente instruídos a só usar a arma TASER se absolutamente necessário.

Para receber o Certificado, cada Guarda Municipal de Maceió terá que ser aprovado em dois exames teórico e prático. Para se ter uma idéia do nível de excelência do treinamento, se o Guarda Municipal errar apenas uma pergunta das 44 questões e 133 opções de respostas do exame teórico, ele será convocado para um exame oral. O objetivo deste vestibular é capacitar plenamente todo Guarda Municipal que for portar uma arma TASER nas ruas de Maceió.

A equipe de instrução é composta por, no mínimo, quatro pessoas. São utilizados seis manequins, colchonete com 20m2, óculos de proteção para todos os alunos, placas de borracha para a prática de extração de dardos e técnicas de polaridade, além de outros acessórios.

Cada aluno aprovado, além do diploma, recebe um certificado com foto na forma de uma carteirinha (semelhante a um cartão de crédito) e uma camiseta de Operador TASER.