Concurso

Tudo sobre o Concurso PMAL 2017 – Soldado Combatente

Está em andamento o certame do concurso público  para provimento de 1.000 (mil) vagas no cargo de Soldado Combatente da Polícia Militar do Estado de Alagoas, através do Edital n.º 1 – PMAL, de 28 de julho de 2017. No último final de semana do mês de Outubro foram aplicadas a prova escrita, de tipo único.

Concurso PMAL 2017

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Concurso PMAL 2012

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4 comentários em “Tudo sobre o Concurso PMAL 2017 – Soldado Combatente”

  1. Boa noite.
    Existem muitas dúvida que assola não só eu, mais também milhares de candidatos desse certame. Vou listar algumas…
    Começando pela questão que de acordo com o edital serão convocados para a segunda etapa 1.800 mais os empatados com o colocado na posição 1.800 ou seja digamos que uma média de 1.950 a 2.000 pessoas.
    Feito isso se no final sobrar mais do quê 1.000 digamos como exemplo 1.500
    Ou 1.400 então os 400 estarão eliminados descartados
    Então todos os gastos
    Os exames o deslocamento de muitos que são de outros estados fizeram
    Tera sido tudo em vão, qual a opinião de vocês sobre esse ponto?
    Com relação a quantidade no curso de formação
    Pelo que percebi em concursos anteriores que não foi formado ou feito um curso de formação com uma quantidade de gente tão grande tipo 1.000 pessoas
    Então logo se cria uma dúvida se haveria estrutura para suportar todas essas pessoas e forma-las de acordo o padrão exigido.
    Será que podera ser dividido em turmas
    Tipo 500 2018 500 2019.

    1. Tudo bom, sou um dos autores do Blog. Não tenho mais vínculo com o Estado, por isso estou fazendo uma análise pelos meus conhecimentos, ok!?

      Em tese, esses 400 estão aprovados e não classificados e constituem uma reserva, não que seja técnica, ou seja, planejada pelo gestor; mas é uma reserva constitucional, aos quais a CF concede o direito de serem chamados em preferência a outros de novos concursos. Mas jurisprudência sobre concursos tem demonstrado que se aprovado já possui esse direito. Em suma, os 400 de seu exemplo seriam chamados de qualquer jeito, ou teriam o direito acionar na Justiça mesmo fora do prazo do concurso.

    2. A PM de Alagoas não tem estrutura permanente para comportar turmas inteiras de mil alunos. Mas para fins temporários há como resolver. Primeiramente, eles dividem os alunos entre Maceió e Arapiraca. Olha Arapiraca, com o 3º BPM nos últimos 10 anos se destacou com um Centro de Formação de boa qualidade e sua capacidade de absorção tem aumentado, então no mínimo 100 podem ir para lá,a té mais, não mais de 350.
      Em outras épocas, eles dividiram ainda um grupo foi formado diretamente no Bope, na Cavalaria e outro na Rádiopatrulha. Seria normal que a unidade de Caatinga (Copes) entrasse nisso no processo inteiro ou no término.

      Olha sobre padrão exigido… pode ser que alguém de lá fique com raiva do que vou dizer, mas o padrão é assim: ótimos instrutores, infraestrutura precária, organização feita por pessoas empenhadas, mas a atribuição fica acima de suas capacidades, devido a quantidade. Mas como se diz no meio militar: “no final, tudo dá certo”; “na hora sai”. Por isso, melhor você ir se acostumando que esse negócio de “padrão exigido” é uma grande ilusão.

      Alagoas não costuma planejar turmas em cadeia, o que seria muito prudente, eu fui oficial da Academia e instrutor do CFAP, falávamos sobre isso. Sobre um plano de articulação para termos turmas menores, porém regulares. Pernambuco tem feito isso. Mas em Alagoas, cada “lote” de ingressos é uma promessa política que tem que ficar pronta “às pressas” para serem vistos fardados no próximo evento de policiamento.

      Por isso a turma deva está pronta antes entre as comemorações do sete de setembro e o policiamento das eleições.

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