Segurança orgânica nas universidades federais: Pernambuco em perspectiva comparada.

Dissertação de Mestrado de Armando Luís do Nascimento (Superintendente de Segurança Institucional da UFPE),  no Programa de Pós Graduação em Gestão e Pública para o Desenvolvimento do Nordeste, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2006.
Sob orientação do professor Jorge Zaverucha.

Resumo:
Este estudo buscou comparar as seguranças orgânicas de oito universidades federais, localizadas em quatro Regiões brasileiras, e por apresentarem uma estrutura orgânica de formas diferenciadas. Algumas das universidades pesquisadas contavam nos seus quadros, com apenas operadores de segurança da própria instituição, devidamente capacitados; outras adotavam uma composição híbrida, constituída de operadores do quadro, complementadas por segurança privada. Somente uma universidade pesquisada que adotava o subsistema de segurança eletrônico, uma vez que em seus quadros não existiam operadores de segurança. O objetivo principal do estudo foi verificar quais os critérios que prevaleciam na escolha de um modelo orgânico próprio ou terceirizado, feito pela administração universitária. Um outro objetivo foi verificar o papel complementar de segurança orgânica em relação à segurança pública, considerando a realidade das principais cidades brasileiras, onde se constata uma grande preocupação dos cidadãos com a segurança das pessoas e de seus patrimônios, face ao crescimento da violência. Este sentimento de insegurança da população perante a violência e o fracasso do Estado em cumprir o seu papel previsto no art. 144, da Constituição Federal, de garantidor da segurança pública, chegou às universidades federais. Da análise dos depoimentos colhidos dos gestores de segurança das oito universidades federais, verificaram-se detalhes relevantes, valendo a pena destacar alguns como: número da comunidade universitária, número da população residente no entorno que utilizam a universidade, número de favelas localizadas no entorno da universidade, número insuficiente de operadores de segurança que compõem o sistema de segurança interno, a ausência de uma modalidade de gestão profissional que utilizem os operadores na função segurança e não como uma atividade segurança, e a falta de uma política pública de segurança integrada com o sistema único de segurança do Estado. No entanto, a pesquisa deixou comprovada que se torna imprescindível à adoção de modelos de gestão flexíveis e participativos, isto é, menos hierárquico e mais horizontais, que envolvam a participação de todos os usuários e demais interlocutores nas negociações, decisões e ações desenvolvidas

http://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7777

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: