TEMPOS DIFÍCEIS VIRÃO

27 de dezembro de 2013

Não posso ser incoerente com aquilo que sei ser a verdade, poderia até me calar mas não é do meu feitio e o meu Mestre diz que tudo aquilo que ele me diz ao pé do ouvido eu devo gritar em cima dos telhados:

Policiais de Alagoas, viveremos dias difíceis pela frente. Se eu estiver errado, na manhã de sexta estaremos comemorando. Mas se eu estiver certo, então precisaremos ter muita prudência. Não passará apenas com algumas semanas, serão longos meses. Continuem a luta pacífica, e não passiva, pelos seus direitos. Não desrespeitem seus comandantes, mas não os tema, pois a maioria deles não está com a verdade e vivem por interesses exclusos.

Quando chegar a hora, submetam-se ao crivo do Exército. Não cometam a rebelião. Deixem que os comandantes sintam o peso do desprestígio por eles mesmos, já que a intervenção que virá, punirá severamente os atos de corrupção generalizados.

A arrogância do governo Téo e a ambição do oficialato superior em posto de comando pela equiparação com os delegados inviabilizará um acordo desejável pela tropa. Muitos oficiais e graduados serão presos. Alguns serão conduzidos a Recife. Não temam, não se curvem e não se calem.

Mas admitam, que o preço que o oficialato alagoano tem de dívida para com o corpo de praças é enorme: alguns por opressão, outros por omissão. Os dias de ajuda de banco, prefeituras, usinas, comércio entre outras estão contados.

A tropa não é ente inocente por completo. É triste dizer isso, mas a sociedade precisa da segurança que promovemos e por isso nos tolera. Tem que engolir a seco, pois se pudessem ter a mesma segurança por outra instituição prefeririam sem sombra de dúvida. Somos de caráter sanguinário. Sei que você, policial como indivíduo pode não se senti assim, mas como instituição somos um tanto perversos e entre nós há quem só saiba praticar o mal.

Quem não deve, não precisa temer. No final servirá de uma onda de limpeza. Sejam fortes, deixem desde hoje as práticas criminosas. Um dia, a maneira de fazer polícia da PM, da Brigada e da antiga Força Pública serão itens dos livros de história.

Se eu estiver errado, poderão zombar desse texto, hoje considerado loucura. Mas se forem verdades que paulatinamente se concretizem, espero ajudar alguns a se precaver.

Toda força e toda honra a Javé. Jesus, Senhor Nosso, nos oriente e nos livre


Coronel Gouveia comenta Reinvindicações policiais

24 de dezembro de 2013
REIVINDICAMOS E EXIGIMOS NOSSOS DEVIDOS, LEGAIS, LÍDIMOS E JUSTOS DIREITOS!

Joilson Gouveia*

Ilustre grandiloquente literata dos noticiários caetés e tupiniquins Peninha, reiterados e efusivos cumprimentos castrenses e saudações humanísticas!
Saibas que anuo, assinto e concordo em gênero, número e grau com seus coerentes, inteligentes, pertinentes, procedentes e percucientes posicionamentos, comentários e suas assertivas analíticas e até mesmo elucubrativas e sugestivas, mormente ao contido no abaixo transcrito e faço das suas as minhas palavras, a saber:
“O nosso papel, neste momento, como cidadãos, é apoiar a luta justa dos militares que buscam salários e condições dignas de trabalho. Os servidores da Segurança Pública precisam de nós, e não dos que tentam impulsioná-los à limpeza social.
São eles, mais do que qualquer um de nós, obrigados a enfrentar a realidade perversa das ruas.”(Sic.)
Leiam e saibam todos o que nós, castrenses ativos e inativos e demais servidores, estamos a postular, pleitear e reivindicar e desde que este senhor “assumiu”, a saber:
a) http://gouveiacel.blogspot.com.br/2013/12/realinhamento-ou-equiparacao-ou.html
b) http://gouveiacel.blogspot.com.br/2013/12/por-que-e-pelo-que-lutamos-ou-poderemos.html , e;
c) http://gouveiacel.blogspot.com.br/2013/12/acao-civil-publica-crime-de.html .
Nunca será demasiado, despiciendo ou desnecessário lembrar que, desde 2007, que espezinha, desdenha, despreza, desrespeita, descumpre, desobedece e olvida e faz questão de NÃO HONRAR SUAS ATRIBUIÇÕES E DE NÃO CUMPRIR AOS SEUS DEVERES ENQUANTO CHEFE DO EXECUTIVO, logo ao “assumir o governo”, mediante arbitrário, ilegal e inconstitucional DECRETO, tentou REVOGAR AOS DIREITOS POSTOS, GARANTIDOS E ASSEGURADOS EM LEIS, ESTATUTOS E CONSTITUIÇÕES – LEMBRAS?
Aqui http://gouveiacel.blogspot.com.br/2012/02/mais-um-obolo-aos-castrenses-aceitar-ou.html retrato com detalhes sintéticos, sumários e sinópticos sobre o busílis ou imbróglios, a saber:
“Longe de parecer implicância ou ser pertinaz, turrão, ranzinza, céptico ou até mesmo xiita insatisfeito ou mal agradecido, sem diatribre ou mesmo sem querer POLEMICAR e já POLEMICANDO, urge indagar, e quem pergunta quer saber:
a) Independentemente de qualquer ACORDO, se é que há algum, já dissemos, adrede e reiteradamente, que, CF/88, Art.37, X c/c Artigo Primeiro, Parágrafo Segundo da Lei 6546/2000, ambas, juntas e combinadas DETERMINAM que haja tais REAJUSTES ANUAIS (sem querer ser redundante, ou seja, anualmente, todo ANO e a cada ANO, sempre em MAIO e efeitos financeiros em Setembro). É LEI!
Lembro-os que, outrora e após tantos embates, dissabores e contendas (nos idos de 80, 82, 89, 96, 97 e outros mais recentes e já nesta conjuntura) esta foi a saída ou fórmula que se buscou para se evitar EMBATES, QUERELAS E QUIZILAS com cada NOVO governo, que SOE desdenhar LEIS e CF/88.
Logo, é DEVER e não bondade, bonomia ou graçola generosa dele, mas tem sido assim: ele DÁ óbolo; mas não cumpre seu DEVER-PODER. Ora, se É determinação legal e CONSTITUCIONAL, a qual se sonega, se olvida, se desdenha, pois que, desde 2007, nos DEVE a todos os castrenses os 7% restantes do ACORDO firmado em 2007, na SEGESP, mormente de Capitão ao Soldado, que o conquistaram judicialmente, lembram? Aliás, sobre isto leiam o Art. 53 da CE/89, a saber:
Art.53 – Os vencimentos, proventos, pensões, gratificações e vantagens de quaisquer natureza, pagos fora dos prazos previstos nesta Constituição, serão, obrigatoriamente, corrigidos monetariamente de acordo com os índices oficiais.
Agora, ele ADMITE e quer DIVIDIR os 7% ATRASADOS e SEM CORREÇÃO – nos enganou ou NOS ENGANA, ou não?
Nesses cinco anos de 10governo, somente em 2011 nos empurrou GOELA abaixo 6,5% quando já nos devia 35% de reajustes anuais e MAIS os 7% atrasados, o que perfaria 42%. E menos 6,5% dado – porque ele DEU fundado no IPCA -, ainda restam 35,5%. Sem contar os QUINQUÊNIOS, adicionais NOTURNOS e horas-extras não PAGOS;
C) As associações estão de parabéns? Estão sim, mas NÃO pelas “conquistas” – que NÃO HOUVE NENHUMA, mas por terem EVITADO o paredismo castrense ou mais uma GREVE da briosa, onde só os mais recrutas padeceriam às SEVERAS SANÇÕES, mormente os SEM ESTABILIDADE…
D) Já que há UMA NEGOCIAÇÃO PERMANENTE, como se diz na mídia, que se LEVANTE o DÉBITO REAL desse tempo todo (com ou sem juros) e se discuta sua REPOSIÇÃO paulatina ou não, pois os ÍNDICES de “reajustes”usados por ele são os do IPCA, que se apliquem e se REPONHAM esses índices de IPCA referentes aos anos de 2007, 2008, 2009, 2010, 2011(deduzindo-se o dado) e 2012 (deduzindo-se o ofertado)
E por que digo DADO, GRATIFICADO e OFERTADO? Ora, porque foram donativos CEDIDOS como ele queria, mandou ou prometeu – ao menos prometido, apalavrado e acordado por seus “representantes” – e NÃO fundado, estribado e com espeque nos índices devidos e acima da inflação, COMO DETERMINAM LEI E CF88, c/c o supradito Art. 53 da CE/89. Donativos só deixam latente uma crucial questão: paredismo castrense!
Fora disso, nos fizeram de BOBOS ou, conscientemente, nos contentamos com o ÓBOLO!
E vivas! É carnaval! “Hei, me dá um dinheiro aí!”
Maceió, 18.02.2012”
Notem a data em que foi editado!
Peninha, grande literata do noticiário, humanista e cidadão consciente, convicto e íntegro, só pleiteamos, postulamos, lutamos e REIVINDICAMOS AOS NOSSOS DEVIDOS, JUSTOS, LEGÍTIMOS, LEGAIS DIREITOS AOS REAJUSTES ANUAIS A QUE FAZEMOS JUS, JUSTAMENTE, POR LEI, ESTATUTOS E CONSTITUIÇÕES!
TÃO SOMENTE, SÓ E SOMENTE SÓ ISSO E NADA MAIS QUE ISSSO!
Sou e confesso-me grato por seu lúcido, consciente e apoio cidadão em defesa de nossos direitos!
Abr
JG

Movimento: Notícias

20 de dezembro de 2013

19.12.2013

TV Pajuçara: Mais um golpe na segurança publica de Alagoas

http://tnh1.ne10.uol.com.br/video/jornal-da-pajucara-noite/2013/12/17/104257/mais-um-golpe-na-seguranca-publica-de-alagoas

Nota da OAB

Nota em solidariedade aos Militares alagoanos

Quarta, 18 de dezembro de 2013

 

NOTA

A diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Alagoas, vem a público manifestar sua solidariedade aos militares do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar que desde a última semana, intensificaram a “Operação Padrão” contra a falta de estrutura nas corporações e a insegurança que assola o nosso Estado.

A OAB/AL defende a necessidade de condições dignas de trabalho para os policiais que, diariamente, travam uma tenebrosa guerra contra o crime e informa que, constantemente, através de seu representante no Conselho Estadual de Segurança, tem cobrado tais medidas.

Entendemos ainda, que as manifestações e mobilizações que tem sido feitas pelos militares encontram amparo na idéia de estado democrático de direito, além de ser as formas encontradas por eles, para trazer a tona o que está errado nas corporações, pedindo em sinal de alerta, ajuda.

A OAB/AL apoiará qualquer iniciativa que busque a valorização de servidores, desde que ordeira e pacífica e pedindo que os policiais tentem compatibilizar seus pleitos e a busca para concretizá-los com a necessidade de manter a segurança da população.

Desde já, a OAB/AL se solidariza com os militares alagoanos, ao tempo em que pede ao Governo Estadual que seja aberto um canal de negociação com o intuito de resolver esse problema que atinge não só a Policiais e Bombeiros, mas toda a sociedade, agravando ainda mais a violência.

Maceió, 18 de dezembro de 2013


Movimento: Cartilha e Orientações

20 de dezembro de 2013

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Cartilha Unificada

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Outras Orientações

 


Movimento

19 de dezembro de 2013

Cartilha e Orientações | Notícias | Opinião | Fotos

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Envios por data

19.12.2013

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Nota da OAB: Nota em solidariedade aos militares alagoanosCFAP vai parar? Já estava parado


Já pensou?

15 de dezembro de 2013
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Policiais indo a pé para sua atividade

 

Se os policiais militares iniciarem uma “operação padrão”, ou seja, cobrar que toda a ação em que eles se envolvem pela Corporação seja pautada por parâmetros legais, simplesmente a Polícia Militar pararia.

Já pensou? Somente sair à rua, viaturas conduzidas por policiais habilitados. Pior: somente por formados em curso específico de condução de viaturas. Assim, apenas 60% das viaturas iriam às ruas no primeiro caso e apenas 20% ou menos iriam, no segundo caso. Nesses casos, os policiais não parariam de trabalhar apenas iriam a pé para suas missões.

Já pensou? Se nas questões de trânsito fossem cobradas das viaturas tudo aquilo que se cobra do cidadão comum: pneus em boas condições, extintor de incêndio, faróis funcionando e portar o CRLV etc.

Já pensou? Se, no Interior, a Polícia Militar abandonasse a fiscalização de trânsito, mesmo (ainda mais) nas cidades sem SMTT. Isso porque esse tipo de fiscalização não é atribuição da PM, que somente pode atuar quando há convênio firmado com Detran ou DER.

Já pensou? Se nenhum policial sem colete balístico fosse à rua, incluindo, neste caso, os coletes com data de validade vencida. Não teria efetivo suficiente para grandes eventos.

Já pensou? Se quando o policial assumisse o serviço e percebesse que está sozinho, pela falta de companheiro, recolhesse à sede da unidade (batalhão ou companhia), disposto a trabalhar, mas não sozinho, como preconizam dos manuais de policiamento. Como se enfrentaria a enxurrada, todos os dias, de postos isolados (fechados)?

Já pensou? Se cada guarnição de Posto Policial ou GPM, ao entrar de serviço e não tendo alimentação suficiente, ao invés de pedirem favores a pessoas estranhas, dirigissem-se à sede da unidade para fazer as três refeições. Teria comida suficiente?

Já pensou? Se os cabos e soldados quando tivessem com o fardamento desbotado ou rasgado, não comprassem do próprio bolso e fossem ao serviço com roupa comum, mas com a farda na mão, sem se negar a trabalhar.

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Filas nas delegacias, durante operação padrão na Bahia

Já pensou? Se todo tipo de apreensão, flagrante, prisão, irregularidades, infrações de menor potencial fossem formalizadas, fotografadas. Primeiro, faltariam guarnições para atender a demanda de chamadas, pois estariam todas abarrotando a Central de Polícia ou as delegacias de plantão, com inúmeros flagrantes. Poderiam está também nas ruas terminando de lavrar o COP, as multas ou o TCO. Segundo, muitas pessoas poderosas ficariam enfurecidas e comandos ficariam envergonhados de não poder “dar um jeitinho” no caso de seus padrinhos políticos, que não seriam liberados apenas pelo conhecimento e amizade.

Já pensou? Se cada policial que aceitou propina até hoje se recusasse a aceitar novamente e fizesse o procedimento exigido por lei.

Já pensou? Se em todo o evento os policiais cobrassem uma alternativa de baixa letalidade questionando o que fariam no caso de um tumulto, portando apenas armas de fogo.

Já pensou? Se todo policial com direito a algum tipo de benefício de descanso legal, entrasse com o requerimento: licença médica, licença para tratamento de saúde do familiar, férias vencidas etc. E quando fosse indeferido, entrassem na Justiça.

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Exemplo de resistência pacífica

Já pensou? Se todo policial escalado em evento extra não se negasse a cumprir a ordem, mas o exigisse por escrito, ou seja, uma via da escala extra assinada. Quem as assinaria?

Já pensou? Se os policiais deixassem de “dar um jeitinho” na manutenção de instalações, equipamentos, viaturas, limpeza, material de expediente. Será que algum batalhão funcionaria?

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Já pensou?  Se todo graduado recusasse a pedir e tomar qualquer ajuda de custo estranha e não fizesse o serviço sujo dos seus comandantes que exigem esse tipo de conduta.

Já pensou? Se somente finalizassem as operações policiais com mandados de prisão, de busca ou com ordem por escrito. Quanto não ficariam prejudicados os números e as matérias da mídia que tanto servem a comandos e ao governo.

Já pensou? Se simplesmente fizéssemos o correto?

Contra revoltas armadas elas usam prisões, polícia do exército, pelotões de fuzilamento… o que usarão contra a aplicação correta da lei?

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Tragédia anunciada

10 de dezembro de 2013

Mais um capitão Macário no chão!

Na atual conjuntura de (in)segurança quem determina uma cidade ser guarnecida por dois policiais deve ser corresponsabilizado pela morte de policiais executados em praça pública e por está enganando a sociedade fingindo poder protegê-la.

A nota de pesar da Polícia Militar de Alagoas é um dever no pós-fato. Mas para os demais noventa municípios de pequeno e médio porte do Estado, uma nota como essa é uma afronta, uma piada de mal gosto porque já estão anunciadas mais e mais tragédias.

A Polícia Militar de Alagoas não tem mais condições técnicas de manter uma equipe diuturna em cada sede de município do Estado e ao mesmo tempo respeitar a folga dos policiais.

Eu conheço as pessoas que formam o comando da Corporação, conheço a tropa que convive  de perto com todos esses problemas. Não se trata de insensibilidade humana nata, o sistema de apatia generalizada cegou e emudeceu as pessoas que podiam fazer alguma coisa. Uma pena… pois nem mil, nem dois mil recrutas, nem trinta aspirantes vão nos salvar. Nem pré-candidatos a deputado estadual podem agir com sensatez suficiente para ir fundo nos problemas da Segurança Pública.