Escalados: Sgt Pincel, Didi, Dedé, Mussum e Zacarias

Será que já virou uma grande palhaçada?

São Mussum e São Zacarias nos defendam e nos guardem, pois por aqui na terra do Dedé e do Didi, está uma palhaçada só.

Ninguém se submete a uma autoridade, entregando parte do destino de sua vida, sem que se sinta amparado por uma proteção. O que advém de um senso de justiça. Sim, sim, hierarquia e disciplina são pilares, não só do militarismo, mas de inúmeras instituições, dizem que até dos céus eles são fundamentos. No entanto, justiça, retidão e camaradagem são princípios necessários para lidar com essa massa humana, que a contragosto de alguns palhaços, não são máquinas, nem escravos.

Se apesar dessa falta de sintonia, o precisar instiga ao contentamento para com o salário, hoje, esse estando defasado, o que mais segura a situação? Talvez, um sentimento de dever, de missão. Esse há muito, ruído gradativamente pela inércia estatal frente a violência, pela ausência de políticas públicas, que fazem o problema desembocar como criminalidade irremediável na ponta em que só a polícia é responsabilizada. Era necessário ensinar a encarar o problema da criminalidade por outros ângulos e não somente o míope estandarte da caça aos bandidos e do extermínio dos impuros.

Bem, se não tem justiça, não tem salário digno e compatível com os esforços desempenhados, se nem a missão se pode cumprir, o que resta? (…) E ainda tem cabeça de jerico acreditando que sua caneta e o regulamento seguram tudo isso, pobre infeliz…

 

Faz me rir, Renato Aragão!

Melhor era acreditar como criança, que entre o Sargento Pincel e seus comandados, tudo não passava de uma brincadeira.


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